Mapeamento NR-1 traz alertas a empresários e gestores públicos    

Hoje a Rota do Turismo entrevistou Andreia Rangel, presidente do Instituto Pró Humanidade para falar sobre a implementação da NR1 (Norma Regulamentadora 1) nas empresas e prefeituras, e os cuidados com o mapeamento e gestão dos riscos psicossociais.  

Mai 22, 2026 - 10:03
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Mapeamento NR-1 traz alertas a empresários e gestores públicos      
auditor fiscal fala sobre mapeamento e os riscos psicossociais

A empresária Andreia Rangel trouxe um alerta aos empresários que estão realizando o mapeamento dos riscos psicossociais nas empresas com Seguranças do Trabalho e explicou que esses mapeamentos estão inadequados e incorretos.

 

Rangel alertou, que tendo em mãos resultados incorretos o mapeamento pode até mesmo piorar a situação dos funcionários, quando o assunto é saúde mental. E destacou que o mapeamento deve ser feito de forma abrangente e com análise de nexo causal, não sendo suficiente apenas fazer perguntas rápidas e a apenas alguns funcionários, mas, com todos os colaboradores, líderes e com o próprio empresário.

 

Andreia Rangel esteve presente no 1º Congresso Brasileiro de NR-1 realizado em Sertãozinho, no último dia 30 de março, junto com o auditor fiscal do Ministério do Trabalho e ambos conversaram sobre a adequação dos relatórios PGR (Programa de Gestão de Riscos) e a importância de os planos de ação serem específicos e detalhados, não apenas palestras pontuais.

 

Segundo Andreia, “muitas empresas acreditam, erroneamente, que o mapeamento de riscos psicossociais já está contemplado no PGR entregue por suas empresas de segurança do trabalho, o que na maioria dos casos não é verdade. E, nós desenvolvemos uma ferramenta digital capaz de mapear riscos psicossociais por setor, com base em um questionário detalhado, análise de nexo causal e geração de plano de ação específico, em que ao mostrar ao auditor fiscal do Ministério do Trabalho, Wellington, ele confirmou que o método utilizado pelo Instituto está correto e que a fiscalização buscará verificar se o PGR contempla efetivamente os riscos psicossociais”.

 

A fiscalização do Ministério do Trabalho deve iniciar a partir do dia 26 de maio, priorizando empresas com maior número de funcionários, histórico de processos trabalhistas e alto índice de absenteísmo por saúde mental, “lembrando que, os atestados médicos mostram como está a saúde daquela empresa. E nosso objetivo nesse momento, junto com a Associação de Comunicação do Turismo Brasileiro – ACTB é alertar e prevenir os empresários. Pois esse é o legado que desejamos deixar: Saúde Mental Importa”, esclarece Andreia Rangel.

 

Para as empresas que ainda não realizaram o mapeamento, ainda dá tempo e pode ser feito online, de forma anônima, com proteção por LGPD, e os resultados podem ser entregues no dia seguinte à aplicação.

 

E, o plano de ação resultante do mapeamento com gestão psicossocial, não necessariamente implica grandes custos, em muitos casos, pode ser executado pelo próprio RH da empresa. Por isso é melhor prevenir e fazer o mapeamento correto, para não ser pego de surpresa.

A Associação de Comunicação do Turismo Brasileiro firmou parceria com o Instituto Pró Humanidade, com o objetivo de disseminar informações corretas sobre a NR-1 e promover ambientes de trabalho mentalmente saudáveis. E caso, no seu quadro de colaboradores exista a necessidade do atendimento psicossocial, temos em nosso quadro multidisciplinar profissionais qualificados e prontos para esse atendimento.

 

Quaisquer dúvidas, entre em contato conosco através do e-mail [email protected] pois cada empresa tem uma realidade diferente e a segurança do trabalho podem integrar suas atividades atuando de forma complementar, dentro da equipe multidisciplinar.

 

Veja a seguir algumas das perguntas nessa entrevista

 

Adriana Fagundes: O que realmente está por trás quando uma empresa diz que já fez o mapeamento de riscos psicossociais com sua empresa de segurança do trabalho?

 

Andrea Rangel: Na maioria dos casos, o PGR entregue pela empresa de segurança do trabalho trata apenas dos riscos físicos e ergonômicos, sem contemplar os riscos psicossociais. Algumas empresas chegaram a enviar uma pessoa com uma prancheta para fazer apenas seis perguntas a dois ou três funcionários, o que é completamente insuficiente. O Ministério do Trabalho exige que os riscos psicossociais sejam mensurados e apareçam no relatório do PGR de forma específica.

 

Adriana Fagundes: Quantas perguntas tem o mapeamento correto de riscos psicossociais?

Andrea Rangel: A ferramenta do Instituto tem uma base de mais de quarenta perguntas, que permitem identificar o nexo causal e verificar se as percepções dos colaboradores refletem os riscos reais ou questões relacionadas à organização do trabalho e ao desenvolvimento de competências individuais.

 

Adriana Fagundes: Após o mapeamento, o empresário será obrigado a contratar uma grande equipe para cuidar de todos os trabalhadores?

Andrea Rangel: Não necessariamente. A grande maioria dos casos pode ser resolvida com pequenos ajustes operados pelo próprio RH da empresa. O plano de ação pode ser simples e de baixo custo. Inclusive, pode ocorrer de não haver necessidade de plano de ação algum, caso não sejam identificados riscos relevantes.

 

Adriana Fagundes: As prefeituras e órgãos públicos também serão fiscalizados pelo Ministério do Trabalho em relação à NR-1?

Andrea Rangel: Sim. O Instituto já atua em órgãos públicos, inclusive em Brasília. Recentemente, foram noticiados casos de suicídio de servidores do Ministério do Trabalho relacionados ao Burnout, o que reforça a necessidade de atenção também no setor público.

 

Silêncio dos colaboradores como sinal de alerta

Adriana Fagundes: Se os colaboradores não responderem ao questionário, isso significa que estão bem?

 

Andrea Rangel: Não. Pelo contrário, o silêncio é ....

 

Veja a matéria completa no vídeo abaixo.

 

 

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Adriana Fagundes

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