Conectando Pessoas e Desenvolvimento Relacional

Nos últimos anos Geraldo Martins descobriu a importância de conectar pessoas de forma efetiva, focando em relacionamentos duradouros ao invés de apenas transações de negócios. Sua dica de ouro é, “Networking não é sobre acumular contatos, é sobre criar valor em via de mão dupla. Gentileza abre portas, competência as mantém abertas”.

Mar 25, 2026 - 17:45
Mar 25, 2026 - 19:03
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Conectando Pessoas e Desenvolvimento Relacional

A força do voluntariado e as lições de networking com Geraldo Martins, foi o destaque do Podcast Fala Mulher... aqui tem turismo, cultura, sabor e tradição.

Geraldo Martins, Palestrante em Neurociência e Conexões, é responsável pela construção do Networking estrututado, além de Dr Honoris Causa e Doutorando em Neurociência pela EBWU - FLÓRIDA, compartilhou suas experiências no voluntariado do Rotary e trouxe reflexões profundas sobre relacionamentos, propósito e estratégias de networking no mundo atual.

Geraldo iniciou sua fala abordando um ponto frequentemente confundido no ambiente profissional: a diferença entre gratidão e networking. Segundo ele, a gratidão é um sentimento genuíno por um fato isolado — algo que não exige manutenção constante. Já o networking, por sua vez, é um processo contínuo, que demanda dedicação, cultivo e presença. Trata-se de construir relações de valor ao longo do tempo, sem a expectativa imediata de retorno.

Um dos momentos mais marcantes de sua fala foi ao revelar que muitas das pessoas que mais contribuíram para sua trajetória não eram necessariamente aquelas com quem ele tinha afinidade pessoal. Isso reforça a ideia de que o sucesso em redes de negócios não depende de amizade, mas da capacidade de gerar valor na vida das pessoas, independentemente de vínculos emocionais.

Geraldo também apresentou estratégias práticas de networking comercial e a importância de estar preparado ao participar de ambientes de relacionamento, com objetivos claros e postura profissional. “Criar conexões produtivas exige intenção, organização e consistência”.

Outro ponto fundamental abordado foi a separação entre voluntariado e negócios. Geraldo ressaltou que, apesar de sua atuação ativa no Rotary, mantém uma linha bem definida entre suas atividades voluntárias e comerciais. Ele alertou que utilizar espaços de voluntariado para promoção de negócios é inadequado e pode comprometer a credibilidade do profissional. E o fato mais marcante foi quando definiu a forma do voluntariado. “É primordial que as pessoas respeitem a sua profissão e não peçam que isso seja a forma do seu voluntariado”, justificou.

Além disso, enfatizou a necessidade de maturidade ao tratar de questões financeiras. Segundo ele, é essencial saber comunicar o valor do próprio trabalho sem recorrer a pedidos de favores ou gratuidades, prática que não se sustenta no cenário atual das relações comerciais.

A participação de Geraldo Martins trouxe uma visão equilibrada entre propósito e estratégia, mostrando que é possível construir uma rede sólida, ética e sustentável — tanto no voluntariado quanto no mundo dos negócios.

E por isso, sua rede Networking Estruturado, tem conquistado grandes profissionais. “O Network Estruturado, é uma comunidade empresarial que começou há dois anos em Ribeirão Preto, cresceu de uma reunião inicial de dez pessoas para mais de 100 eventos anuais e centenas de membros. O grupo se expandiu para incluir representantes de todas as instituições locais e como os participantes construíram confiança através de conexões pessoais. E hoje, nosso grupo está concorrendo como o "melhor de Ribeirão Preto", que muito nos honra”.

 

Geraldo também descreveu o trabalho voluntário que o grupo participa na Casa do Vovó Albano, com cafés mensais que conectam empresários com idosos e crianças e e mencionou como nasceu o grupo de ação social com 130 pessoas que realiza eventos beneficentes. “A sala estava cheia. Investidores de um lado, empreendedores do outro. O pitch era sólido, os números faziam sentido, o timing era perfeito. Mas a reunião terminou sem acordo. Não faltava dinheiro. Não faltava competência técnica. Faltava algo invisível, mas devastador: confiança. Saí daquela sala com uma certeza: vi milhões evaporarem não por incompetência, mas por falta de ponte entre pessoas. Foi ali que minha carreira virou. Entendi que no mundo dos negócios, o Capital Social vale mais que qualquer outro capital. Mentoro líderes a humanizarem suas marcas, gerencio ecossistemas de inovação e construo pontes onde antes só havia abismos. Meu superpoder é a escuta cirúrgica. Consigo extrair de uma conversa de meia hora exatamente qual é a dor real, não a superficial. Vejo conexões que outros ignoram. E quando faço o "match perfeito" é quando apresento duas pessoas que criam algo disruptivo juntas, ali está meu combustível. Mas, tenho uma regra não negociável: reciprocidade brutal e honestidade sem filtro. Se não posso te ajudar agora, você será o primeiro a saber e te indicarei a quem pode”, conclui Geraldo Martins.

Veja a entrevista completa no vídeo abaixo.

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