Fenasucro movimentou R$ 13,7 bilhões em negócios
Em 2026, a feira está prevista para acontecer de 11 a 14 de agosto, de acordo com a organização.
O valor totalizado na 31ª edição é 28% maior com relação ao contabilizado em 2024 e se refere a compras de equipamentos e tecnologias voltadas principalmente para a produção de biocombustíveis, como montagem de usinas de etanol.
Entre os visitantes no Centro de Eventos Zanini, a feira recebeu compradores de países como África do Sul, Etiópia e Argentina, que movimentaram US$ 90,4 bilhões - o equivalente a R$ 500 milhões - nas rodadas de negócios internacionais promovidas pelo Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution, do Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e da ApexBrasil.
Além de inovações de 600 marcas, a Fenasucro promoveu mais de 40 horas de debates e palestras sobre transição energética e temas relacionados à sustentabilidade.
Em 2026, a feira está prevista para acontecer de 11 a 14 de agosto, de acordo com a organização.
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Fenasucro promoveu debates sobre transição energética em Sertãozinho, no interior de São Paulo. — Foto: Divulgação/ Fenasucro
Setor de bioenergia em números
Conhecido polo sucroenergético brasileiro, a região onde a Fenasucro é realizada concentra 18,6 mil indústrias e prestadores de serviços que compõem uma cadeia produtiva local (CPL Bioenergia) em áreas como máquinas e equipamentos, metalurgia e siderurgia, além de logística, montagem e manutenção que movimentaram R$ 37,1 bilhões e empregaram 105 mil pessoas em 2024.
Servida por essas indústrias, a cadeia de derivados da cana-de-açúcar representa quase 17% da matriz energética brasileira, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O setor é conhecido não só pela produção de etanol, como pelo aproveitamento de resíduos para cogeração de energia elétrica e térmica, produção de biogás e biometano, além de projetos voltados para novas fontes renováveis como hidrogênio verde e combustível sustentável da aviação (SAF).
Fenasucro une cadeia produtiva e apresenta inovações em Sertãozinho, SP
Fonte:Rodolfo Tiengo, g1 Ribeirão Preto e Franca
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